Gênero: Drama; Fantasia;
Suspense
Duração: 135 min
Ano de lançamento: 2009
Direção: Peter Jackson
Roteiro: Fran Walsh
(Roteiro); Philippa Boyens (Roteiro); Peter Jackson (Roteiro); Alice Sebold
(Romance)
Produção: Carolynne Cunningham; Peter Jackson; Aymée
Peyronnet; Fran Walsh
Orçamento: 65,000,000 milhões de dólares
Bilheteria (somente nos Estados Unidos): 43,818,
839 milhões de dólares (Dados de 7 de Março de 2010)
Elenco: Mark Wahlberg (Jack
Salmon); Rachel Weisz (Abigail Salmon); Susan Sarandon (Vovó Lynn); Stanley
Tucci (George Harvey); Michael Imperioli (Len Fenerman); Saoirse Ronan (Susie
Salmon); Rose McIver (Lindsey Salmon); Christian Thomas Ashdale ( Buckley
Salmon); Reece Ritchie (Ray Singh); Carolyn Dando (Ruth Connors); Nikki SooHoo
(Holly); Andrew James Allen (Samuel Heckler); Jack Abel (Brian Nelson); Amanda
Michalka (Clarissa).
Sinopse: Em
dezembro de 1973, Susie Salmon voltava da escola para casa quando foi assassinada. Ela tinha apenas 14 anos. Depois de morta, Susie continua a velar
por sua família – enquanto seu assassino permanece solto. Presa em um
extraordinário, ainda que misterioso, espaço entre a Terra e o Céu a menina
descobre que precisa escolher entre a busca por vingança e o desejo de ver seus
amados seguirem em frente. O que tem início como um chocante homicídio leva a
uma jornada visualmente criativa e repleta de suspense que, através dos laços
de memória, amor e esperança, segue em direção a um desfecho surpreendente e
emotivo.
Trailer:
Análise:
“Não
se preocupe filha, ele tem uma vida boa. Está preso em um mundo perfeito”.
—Jack
Salmon.


É fascinante como o
ambiente é utilizado como marcação para os momentos distintos da trama,
inclusive nos minutos que antecedem a morte de Susie a fotografia começa a
adquirir tons escuros e o cenário irradia uma frieza que causa uma angústia
lancinante por já sabermos do destino fatídico da inocente garotinha. Essa
alternância de tons marca também o humor de Susie nesse lugar entre o céu e a
terra em que ela fica presa.
É impossível os
espectadores não se identificarem com a história, visto que todos nós já
lidamos ou teremos de lidar um dia com a passagem de um ente querido para o
próximo estágio da existência. Seja qual forem suas crenças é inegável o fato
de que para conseguirmos viver teremos de aprender a encarar que a vida, ao
menos como estamos habituados a pensa-la com nossos sentidos, acaba, até mesmo
para aquela pessoa doce e generosa que amamos demais. Como sempre se fala; três
assuntos que sempre acabam gerando uma discussão grande são: futebol, política
e religião. Realmente é complicado fazer um discurso sem despertar olhares de
desprezo em um grupo, seja porque seu discurso não possui bons argumentos ou
por divergência de opiniões, algo muito comum considerando que cada um de nós
possui um grupo próprio de experiências a partir do qual medimos o mundo. “Um
Olhar do Paraíso” consegue contornar esse terreno com sabedoria sem se fixar em
uma determinada ótica do pós vida e direcionar nossos olhares não para o fato
da garota estar morta, mas para o significado daquilo emocionalmente.
Uma grande surpresa foi
descobrir que Peter Jackson era o diretor desse filme. Falo isto porque o
conheço mais pelas suas superproduções (Senhor dos Anéis e King Kong (remake) e
pelo filme de terror trash “Fome Animal” (um de seus primeiros filmes). Peter
Jackson provou de vez para mim ser um diretor de exímia versatilidade, capaz de
passar pelo terror, fantasia e também o drama de qualidade.
Os atores são perfeitos
e a naturalidade com que os sentimentos são expressos sensibilizam até mesmo os
corações mais resistentes quando assistem a um filme. Nada nesta história nos
soa forçado, muito pelo contrário. Até o sobrenatural é um elemento que se
torna comum, mesmo para quem não esteja tão acostumado a isto.
A grande lição deste
filme é: precisamos aprender que amar às vezes é deixar ir, que precisamos
aprender a seguir em frente para honrar aqueles que nos amaram, que a morte é
um fator natural à vida e por isso não devemos teme-la tanto assim e que
pessoas que nos amem de verdade nunca vão querer nos ver presos à uma
semi-vida, pois o universo continua com suas belezas, suas dores e tudo o mais.
Viver é um ato de passagem, um rito transitório, e por isso temos que fazer com
que valha a pena.
Abraços a todos! Bom
filme e até outro momento! J

lindo filme,chorei!
ResponderExcluirEssa filme causa pranto facilmente. É de uma visão tão sensível sobre a morte.
ExcluirAbraços!
Eu amei esse filme, fazia tempo que não chorava tanto em uma produção. Estou louca para ler o livro da Alice Sebold.
ResponderExcluirhttp://laviestallieurs.blogspot.com.br/
Rafaella, já assistiu "A Sociedade dos Poetas Mortos"? Esse é outro filme fascinante, acho que você vai amar.
ExcluirAbraços!
vi esse filme e me apaixonei conta praticamente a verdade dos assassinos geralmente são os que estão em nossa volta... me impressionei! até chorei fiquei muito emocionada <*:*> bjx
ResponderExcluiresse filme e maravilhoso muito bom pra aquelas pessoas que choram pelos seu atequeridos muito tempo que eles nao encontram o caminho se ficarmos o tempo todo chorando pensando em vingança
ResponderExcluirFILME SHOW
ResponderExcluiresse filme e incrivel....e marca as pessoas com coisas q realmente acontece na vida real.....
ResponderExcluirO filme é demais de lindo e criativo em suas fotografias.As cores são lindissimas e os cenarios naturais maravilhosos.O enredo do filme é de doer o coração,não tem como não chorar.Os atores foram maravilhosos em suas atuações.Tudo pareceu muito real.É um assunto atual pois fala do horror que é a pedofilia.O filme tem os dois aspectos bem fortes as coisas lindas do paraaíso e as coisas horríveis dos assassinos de crianças.Amei o filme.
ResponderExcluirgostei muito do filme muito bem escrito
ResponderExcluirsimplismente estraordinario, toda vez que vejo sempre choro unico filme que eu amo é me facinei pela realidade é verdade ...ainda mais por ainda existir impunidades no mundo é ter familiares já falecidos uma historia com uma verdade sentimental muito grande nunca esquecerei esse filme nunca
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